O maior Chat e Jornal Comunitário sobre Bolsa de Valores do Brasil.
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Home | Chat Bovespa | Postar RSS Feed | Contato


27/07 17:36 | Enviado por dindinn

Construtoras em evidência, vale conferir.

Segundo Guilherme Vilazante, analista que assina o relatório, todas as companhias do universo de cobertura do Barclays, com exceção de uma, trouxeram volumes de vendas recordes entre abril e junho deste ano.

Historicamente, no entanto, Vilazante nota que os números apresentados no primeiro trimestre de 2010 foram talvez mais sólidos uma vez que este costuma ser um período bastante fraco no mercado de imóveis. Já os números do segundo quarto do ano, apesar de também positivos, se mostraram mais em linha com sua média histórica.

Ainda assim, o otimismo dá o tom predominante das considerações de Vilazante sobre as prévias de balanços apresentadas pelas construtoras brasileiras por ora, “reforçando nossa visão de que a demanda no mercado segue bastante forte”.

Pontos de destaque
Vilazante elege alguns pontos de destaque entre os resultados apresentados pelo setor. Quanto à Cyrela (CYRE3), o analista ameniza os temores do mercado quanto ao fraco volume de lançamentos da companhia no primeiro semestre do ano (24% de seu guidance), uma vez que o número mostra-se em linha com a média dos últimos cinco anos, de 26%. “Ademais, a decepção é ofuscada pela forte performance de vendas, que na primeira metade de 2010 já corresponde a 40% de seu guidance para o ano”, diz.
A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações (CYRE4) informou há pouco que suas vendas contratadas somaram R$ 1,539 bilhão no segundo trimestre deste ano e R$ 2,605 bilhões no primeiros semestre. A cifra semestral representa 40% do ponto médio do guidance do ano de 2010.
Considerando o estoque final do primeiro trimestre, de R$ 3,184 bilhões, foi registrado uma velocidade de venda (VSO) de 35,7% entre abril e junho.
Por sua vez, as vendas relativas à Cyrela somaram R$ 1,108 bilhão no segundo trimestre, o que representa um crescimento de 77% em relação ao mesmo período de 2009.
Já nos primeiros seis meses do ano, representaram R$ 1,977 bilhão na participação da Cyrela, 103,4% superior ao apresentado em igual época do ano passado.
A companhia informou que mais uma vez apresentou um alto nível de vendas de estoques, correspondendo a 56,1% das vendas totais do segundo trimestre. Consequentemente, os estoques ao final deste período correspondem a cerca de 5 meses de vendas, considerando o ponto médio do guidance de vendas médio por mês.
Os lançamentos somaram R$ 1,127 bilhão entre abril e junho e R$ 1,723 bilhão no semestre, atingindo 24% do ponto médio do guidance de 2010. Ao total, foram lançadas 8.495 unidades no semestre.
Em relação ao percentual Cyrela, os lançamentos no segundo trimestre somaram R$ 794,1 milhões, um crescimento de 62,1% ante mesmo período de 2009. No primeiro semestre, o total na participação da Cyrela alcançou R$ 1,275 bilhão, um aumento de 40,8% face um ano antes.

Acesse http://ri.brazilrealty.com.br/port/home/ e saiba mais.

Já no que concerne à MRV (MRVE3), a visão do Barclays é mais cautelosa. Vilazante destaca que a companhia conseguiu melhorar sua performance em vendas após alguns trimestres de fraco desempenho, somando R$ 981 milhões entre abril e junho desse ano. “A melhora é positiva, mas é importante ressaltar que, para o segmento de baixa renda, o segundo trimestre geralmente é o mais forte do ano, dado a realização do Feirão da Caixa”, afirma o analista.

Por sua vez, a Rossi Residencial (RSID3) recebe grandes elogios por parte do Barclays. “A companhia atingiu no segundo trimestre desse ano o maior montante em volume de vendas da sua história, somando R$ 710 milhões, postando o quinto trimestre consecutivo de alta nas vendas e reduzindo o ceticismo do mercado quanto à sua capacidade de entregas, que até bem recentemente, vinha pesando bastante sobre a performance de suas ações”, ressalta Vilazante.

Top picks
Por mais que os resultados destas três companhias tenham sido positivos, a preferência do Barclays no setor imobiliário brasileiro recai sobre outras duas empresas: Gafisa (GFSA3) e PDG Realty (PDGR3), cujos papéis foram eleitos pelo banco como seus “top picks” no segmento.

Segundo Vilazante, as ações ordinárias da Gafisa seguem negociadas a patamares muito abaixo de suas concorrentes, especialmente devido aos temores do mercado quanto à sua capacidade de melhorar suas margens operacionais. “Todavia, acreditamos que a fraca performance dos papéis deve-se a fatores temporários, que devem se tornar menos relevantes nos próximos trimestres”.

Outro papel que estaria subprecificado e que, portanto, apresenta alto potencial de valorização é o da PDG Realty. “As ações estão muito descontadas a despeito do perfil consolidador da empresa”, afirma Vilazante, que completa: “a aquisição da Agre ainda não está totalmente incorporada”.

DinDinn.

Faça o seu comentário

Mercado Financeiro: Bolsas europeias fecham em baixa com dados dos EUA

São Paulo,
Os principais mercados acionários da Europa encerraram a sessão desta sexta-feira com desvalorização. Os dados do mercado de trabalho americano contribuíram para o …

3ª Parcela de JSCP da Petrobrás 2010.

Quem dormir comprado em ações da Petrobrás (Petr3, Petr4) no dia 01/11/2010 (data IN) receberá R$ 0,14 referente à terceira parcela de Juros sobre capital …

Risco Brasil.

Risco Brasil é uma taxa que mede o grau de risco atribuído por estrangeiros aos títulos brasileiros. Quem faz esse cálculo é o Banco Americano …

insiderNews é uma marca registrada | Termos de Uso