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Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
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25/03 11:44 | Enviado por Ariel Devulsky

Após escalada recente, pode-se falar em tendência de alta dos mercados?

SÃO PAULO - As reações do mercado mudaram de maneira impressionante. Seu humor também vai mudando. De fato, as últimas semanas trouxeram um otimismo não visto há tempos nas bolsas. É verdade que o noticiário deu uma trégua nos últimos dias e alguns indicadores até sugerem certa melhora em alguns pontos para a economia, mas é motivo para se falar em tendência de alta?

Como exemplo, os principais índices de ações dos Estados Unidos demoraram mais de sete meses de baixas para oficializarem o Bear Market somente em setembro do ano passado, acumulando desvalorização de mais de 20%. Somente em março, já registram valorização entre 17% e 14%.

Só vê o que quer ver
É inegável que agora a base de cálculo é bem menor, o que torna esta recuperação percentual de março ainda distante de colocar as bolsas nos patamares pré-crise. Mas já é alguma coisa. Falta o aval dos indicadores e do noticiário para confirmar uma tendência de recuperação, ou melhor, garantir que esta melhora das ações é sustentável.

Daí surge um fenômeno comum em alguns períodos das bolsas. Às vezes, o mercado adota um comportamento de manada e passa a olhar certos fenômenos apenas por uma ótica, atribuindo a certos indicadores pesos maiores do que deveria.

Não dá para culpar
Tom Sowanick, da Clearbrook Research, lembrou desta questão na véspera. As bolsas dispararam com o plano para ativos tóxicos de Geithner, não exclusivamente por ele, mas porque o mercado já esperava motivos para subir diante de bons indicadores antecedentes. “O plano do Tesouro pode virar o jogo pois é pulverizado por alguns dados econômicos melhores que o esperado”.

Mas em relação à confirmação de uma tendência de alta, este humor do investidor pode manipular um movimento, mas precisa ser alimentado. Ainda gera questionamentos, com uma disparidade de opiniões dos analistas. Richard Bernstein, do Bank of America, afirmou que o rali das ações de bancos era o momento ideal para se vender estes ativos. Como argumento, citou que o plano de Geithner não livraria aquelas instituições de perdas em seus resultados.

De outro lado, Barton Biggs, do Morgan Stanley, recomendou comprar ações norte-americanas e de mercados emergentes, afinal, “estamos no meio de um rali positivo”. Apesar de mais otimista, Biggs reconheceu que é prematuro falar em bull market.

Do InfoMoney por Roberto Altenhofen Pires Pereira

Imaginem o resultado: http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRE52O4SA20090325

Obamaland, batendo records de produção de papel moeda.

Weimar e Zimbabwe como exemplos.

O que há de mais concreto no plano habitacional anunciado por Lula nesta quarta (25) é a propaganda. Afora o gogó, o programa é feito de sonhos. http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2009-03-22_2009-03-28.html#2009_03-25_19_29_05-10045644-0

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